Sudoku
O quebra-cabeças de números que ficou famoso no Japão: preenche a grelha para que cada linha, cada coluna e cada caixa de 3 × 3 tenha os números de 1 a 9. Quatro níveis e uma grelha nova em cada partida (sempre com uma única solução), com notas, dicas e desfazer. É de vidro, como a Torre de Hanói, com um vitral japonês ao fundo: sol vermelho, monte nevado, torii, ondas e cerejeira em flor. Com comando, vibra a cada número colocado e com força num erro.
Fácil · De imediato
- Tempo
- 0:00
- Erros
- 0
Roda o telemóvel para jogar em maior.
Sem comando: liga um e prime um botão para o navegador o detetar.
Controlos e regras
- Comando: cruzeta ou stick esquerdo movem o cursor (repete ao manter premido); LB/RB escolhem o número e A coloca-o (A outra vez tira-o); B apaga; Y muda para notas (o lápis); X desfaz; Select, duas vezes, dá uma dica; Start volta ao menu.
- Teclado (clica primeiro no jogo): setas ou WASD movem o cursor; 1 a 9 colocam o número (com Shift, como nota); 0, Delete ou Backspace apagam; N muda para notas; Espaço ou Enter colocam o número escolhido; Z desfaz; H, duas vezes, dá uma dica; Esc volta ao menu. F: ecrã inteiro.
- Ecrã tátil ou rato: toca numa casa e depois num número do teclado à direita; os botões de baixo mudam para notas, apagam, desfazem, dão uma dica ou voltam ao menu.
- Cada linha, cada coluna e cada caixa de 3 × 3 deve ter os números de 1 a 9, sem repetir. Cada partida traz uma grelha nova, sempre com uma única solução: no fácil e no normal basta ver que número falta; no difícil é preciso trabalhar com as notas e, no especialista, encadear raciocínios mais longos. Ao colocar um número, essa nota desaparece sozinha das casas vizinhas.
- Erros: com «de imediato», conta qualquer número errado; com «só repetidos», só o que choca com outro igual à vista. Três estrelas sem erros nem dicas, duas com até três somados e uma com mais; desfazer não desconta os erros. O recorde (mais estrelas e depois menos tempo) guarda-se por nível e modo de marcar erros e, se recarregares a página, a partida continua onde ficou.
